
Dicas de viagem · 11 min
Seguro de Viagem: Qual o Melhor em 2027, Quanto Custa e o Que Deve Cobrir
Luciano Baetz · 30 de outubro de 2026
Qual o melhor seguro de viagem, quanto custa e o que deve cobrir: despesas médicas por destino, repatriamento, cancelamento, Cartão Europeu e seguro do cartão de crédito. Com a nossa recomendação e 5% de desconto na IATI.
Qual é o melhor seguro de viagem? É o que cobre as despesas médicas sem franquia, paga o repatriamento sem limite e tem um valor de despesas médicas adequado ao destino: pelo menos 100.000 € na Europa e 1.000.000 € fora da Europa. Para quem viaja de Portugal, uma semana de seguro de viagem custa, em regra, entre 20 € e 35 € na Europa e entre 40 € e 75 € no resto do mundo. Neste guia explicamos o que deve cobrir, quanto custa, se o seguro do cartão de crédito chega e por que razão é a IATI Seguros que recomendamos aos nossos clientes, com 5% de desconto pelo nosso link.
Este artigo contém links de afiliado. Se contratar o seguro através deles, a Vamos Fugir recebe uma pequena comissão e o preço para si é o mesmo, ou mais baixo, por causa do desconto de 5%.

Seguro de viagem: resumo em 1 minuto
- É obrigatório? Para a maioria das viagens de portugueses, não. Mas uma ida às urgências no estrangeiro pode custar centenas ou milhares de euros, e uma evacuação médica muito mais.
- O mais importante: despesas médicas, repatriamento e assistência 24 horas em português.
- Valor mínimo de despesas médicas: 100.000 € na Europa, 1.000.000 € fora da Europa, ilimitado ou o máximo possível nos Estados Unidos.
- Preço: uma semana na Europa custa à volta de 20 € a 35 €; fora da Europa, 40 € a 75 €.
- Cartão Europeu de Seguro de Doença: útil, mas não cobre repatriamento nem hospitais privados, e só funciona na Europa.
- A nossa recomendação: IATI Seguros, com 5% de desconto automático pelo nosso link.
Precisa mesmo de seguro de viagem?
Na maior parte dos destinos, ninguém lhe vai pedir o seguro à entrada. A pergunta certa não é se é obrigatório, mas quanto pagaria se algo corresse mal. Uma consulta e uns exames numa clínica privada fora da Europa podem custar várias centenas de euros. Um internamento de alguns dias passa facilmente dos milhares. E se for preciso trazer alguém de volta a Portugal num avião medicalizado, a conta pode chegar a dezenas de milhares de euros.
Há casos em que o seguro é mesmo exigido. Quem precisa de visto Schengen tem de apresentar um seguro com pelo menos 30.000 € de despesas médicas. Alguns países e alguns operadores de cruzeiros também o pedem. E em destinos com sistemas de saúde limitados, como várias ilhas africanas, o seguro com evacuação médica é a diferença entre um susto e um problema sério.
Como agência, quando algo corre mal durante uma viagem, a primeira pergunta que fazemos ao cliente é sempre a mesma: "tem seguro?". Com seguro, uma consulta, um internamento ou um voo de regresso cancelado resolvem-se com um telefonema. Sem seguro, tudo sai do seu bolso.
O que um bom seguro de viagem deve cobrir
Antes de olhar para o preço, confirme estas coberturas nas condições da apólice:
- Despesas médicas e hospitalares no estrangeiro. É a cobertura principal. Veja o valor máximo e se há franquia, isto é, uma parte que paga sempre do seu bolso.
- Repatriamento ou transporte sanitário. O regresso a Portugal em caso de doença grave, acidente ou morte. Deve ser pago pelo custo real, sem limite baixo.
- Pagamento direto ao hospital. Os melhores seguros pagam diretamente à clínica, sem que tenha de adiantar o dinheiro.
- Assistência 24 horas em português. Às 3 da manhã, num país estrangeiro, faz toda a diferença falar com alguém na sua língua.
- Cancelamento da viagem. Reembolsa o que já pagou se tiver de cancelar por doença, morte de um familiar e outros motivos previstos. Normalmente é opcional e tem de ser contratado logo após a reserva.
- Bagagem. Perda, roubo ou atraso das malas.
- Responsabilidade civil. Danos que cause a terceiros sem querer.
- Atividades. Se vai fazer mergulho, trekking ou desportos de aventura, confirme que estão incluídos.
Que valores escolher, por destino
Esta é a nossa recomendação para despesas médicas, tendo em conta o custo dos cuidados de saúde em cada região:
DestinoDespesas médicas recomendadasNotasEspanha e Europaa partir de 100.000 €Leve também o Cartão Europeu de Seguro de Doença.Marrocos, Cabo Verdea partir de 300.000 €Fora da UE, o Cartão Europeu não serve.África subsariana (São Tomé, Bijagós, Zanzibar)1.000.000 € ou maisEssencial: evacuação médica e repatriamento sem limite.Brasil, Ásia, Caraíbas1.000.000 € ou maisHospitais privados caros nas zonas turísticas.Estados Unidos e Canadáo máximo disponívelOs custos médicos mais altos do mundo.Quanto custa um seguro de viagem
O preço depende do destino, da duração, da idade e das coberturas extra. Como referência, para um adulto, com base nos preços publicados pela IATI e por comparadores em 2026:
ViagemPreço indicativo7 dias na Europa, plano básico20 € a 30 €7 dias fora da Europa, 1.000.000 € de despesas médicas40 € a 60 €7 dias com o plano mais completoaté cerca de 75 €Cancelamento da viagemcusto extra, em função do valor da viagemOu seja: numa viagem de 2.000 € ou 3.000 €, o seguro representa menos de 3% do total. É, de longe, a parte mais barata da viagem. O preço exato para o seu caso vê-se em dois minutos no simulador da IATI, já com o desconto de 5%.
Cartão Europeu de Seguro de Doença: chega?
O Cartão Europeu de Seguro de Doença é gratuito e deve levá-lo sempre que viaja na União Europeia, Islândia, Liechtenstein, Noruega e Suíça. Dá-lhe acesso ao sistema público de saúde do país nas mesmas condições dos residentes. Mas tem limites claros, que a própria Comissão Europeia indica:

Viagem em destaque
Viagem São Tomé e Príncipe com Voos: 9 Dias de Roças, Praias e Ilhéu das Rolas
Circuito de 9 dias com voos diretos de Lisboa, meia pensão, guia do primeiro ao último dia, Ilhéu das Rolas, Pico Cão Grande e almoço com o chef João Carlos Silva. Grupos até 12 pessoas.
- Não cobre o repatriamento nem operações de salvamento.
- Não cobre hospitais e clínicas privadas, que são muitas vezes as que estão perto das zonas turísticas.
- Só funciona nesses países. Em Marrocos, Cabo Verde, Brasil ou São Tomé não vale nada.
Conclusão: é um bom complemento na Europa, mas não substitui um seguro de viagem.
Seguro do cartão de crédito: chega?
Muitos cartões de crédito incluem um seguro de viagem, e há quem confie nele sem ler as condições. Antes de dispensar um seguro próprio, confirme:
- Se a viagem tem de ser paga com esse cartão. Muitas vezes, sim, e às vezes a viagem inteira.
- O valor das despesas médicas. Costuma ser bem mais baixo do que num seguro de viagem dedicado.
- Se cobre repatriamento e pagamento direto ao hospital, ou se tem de adiantar tudo e pedir reembolso depois.
- Quem está coberto. Alguns cobrem só o titular; outros, a família.
- A duração máxima da viagem e os países excluídos.
Para uma escapadinha na Europa, o seguro de um cartão premium pode ser suficiente. Para uma viagem longa ou fora da Europa, um seguro dedicado é mais seguro e, como vimos, barato.
Qual o melhor seguro de viagem? Porque recomendamos a IATI
Não existe um seguro perfeito para toda a gente. Existe o seguro certo para a sua viagem. Aos nossos clientes, recomendamos a IATI Seguros, uma seguradora especializada em seguros de viagem, que vende online em Portugal. Estas são as razões, com base nas condições publicadas pela própria IATI:
- Sem franquia nas despesas médicas. Paga desde o primeiro euro.
- Pagamento direto ao hospital na maioria dos casos, para não ter de adiantar dinheiro.
- Repatriamento incluído em todos os planos.
- Assistência 24 horas em português e chat médico na aplicação, disponível desde 72 horas antes da partida.
- Planos para cada tipo de viagem: escapadinhas, família, aventura, viagens longas e um seguro anual para quem viaja várias vezes por ano.
- Cancelamento opcional, com valores que se ajustam a viagens mais caras.
- 5% de desconto automático ao contratar pelo link de um parceiro, como o nosso.
E em relação às alternativas? O seguro do cartão tem as limitações que vimos acima. Entre as seguradoras online, os preços para uma semana na Europa são muito próximos, à volta de 21 € a 22 € para coberturas equivalentes nas simulações publicadas. Algumas baixam o preço com uma franquia de 100 €; na IATI não há franquia. Para nós, o que faz a diferença é isso, o pagamento direto ao hospital e o apoio em português.
A IATI é perfeita? Nenhuma seguradora é. Como em todas, as doenças pré-existentes estão, em regra, excluídas, e um reembolso exige que siga as regras: ligar primeiro para a assistência e guardar todos os documentos. Explicamos isso mais abaixo.
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Que plano IATI escolher
PlanoIndicado paraIATI BásicoViagens curtas na Europa, incluindo o seguro exigido para o visto Schengen.IATI EscapadinhasFins de semana e viagens curtas em Portugal e na Europa. Sem limite de idade.IATI StandardA maioria das férias: Europa, Marrocos, Cabo Verde e destinos longínquos com 1.000.000 € de despesas médicas.IATI EstrelaViagens fora da Europa, Estados Unidos, cruzeiros e quem quer as coberturas mais altas, com cancelamento opcional até valores elevados.IATI FamíliaPais e filhos na mesma apólice, com assistência pediátrica.IATI MochileiroTrekking, mergulho e desportos de aventura, com resgate incluído.IATI Anual MultiviagemQuem viaja várias vezes por ano: um só seguro para todas as viagens.Para as nossas viagens a São Tomé e Príncipe, Bijagós e Zanzibar, recomendamos no mínimo o Standard com despesas médicas para fora da Europa, ou o Estrela com cancelamento, se quiser proteger o valor da viagem. Os valores exatos de cada cobertura aparecem na simulação, antes de pagar.
Como contratar com 5% de desconto
- Entre no site da IATI pelo nosso link de parceiro. O desconto de 5% aplica-se sozinho ao calcular o preço; não precisa de código.
- Indique o destino, as datas e a idade dos viajantes.
- Compare os planos e escolha as coberturas. Se quer o cancelamento, contrate-o logo depois de reservar a viagem.
- Pague online e receba a apólice por email e na aplicação.
- Guarde o número de assistência no telemóvel e envie-o a quem fica em Portugal.
5 erros que fazem perder o reembolso
- Ir ao hospital sem ligar primeiro para a assistência. Salvo emergência, ligue antes: é a seguradora que indica a clínica e trata do pagamento direto.
- Não guardar recibos e relatórios médicos. Fotografe tudo e guarde os originais.
- Contratar o cancelamento tarde demais. Normalmente tem de ser feito pouco depois da reserva da viagem.
- Esconder uma doença pré-existente ou fazer atividades que o plano exclui.
- Escolher o destino errado. Um seguro "Europa" não cobre uma viagem a São Tomé ou ao Brasil.
Seguro de viagem para os nossos destinos
- São Tomé e Príncipe: o seguro não é obrigatório para entrar, mas o sistema de saúde local é limitado e, em casos graves, a solução é a evacuação para a Europa. Leve um seguro com evacuação médica. Veja a viagem a São Tomé e Príncipe de 9 dias com voos e as férias em São Tomé e na Ilha do Príncipe.
- Bijagós, Guiné-Bissau: ilhas remotas, longe de hospitais; evacuação e resgate são essenciais. Veja a expedição Bijagós Selvagem.
- Zanzibar: fora da Europa, com hospitais privados caros. Veja Zanzibar tudo incluído.
- Cabo Verde e Marrocos: fora da UE, o Cartão Europeu não serve. Veja a Ilha do Sal tudo incluído e a escapadinha a Marraquexe.
Para preparar o resto da viagem a São Tomé, leia também vacinas para São Tomé e Príncipe e é seguro viajar para São Tomé e Príncipe?.
Pronto para viajar descansado? Contrate o seu seguro de viagem IATI com 5% de desconto e, se ainda não escolheu o destino, fale connosco.
Fontes: Comissão Europeia, "Cobertura médica durante uma estadia temporária" (Your Europe); IATI Seguros, condições e planos publicados; preços indicativos de simulações publicadas em 2026. As coberturas e os preços podem mudar: confirme sempre as condições na simulação antes de contratar.
A Vamos Fugir é uma agência de viagens licenciada pelo Turismo de Portugal (RNAVT n.º 4155). Siga-nos no Facebook e no Instagram.
Perguntas frequentes
Para a maioria das viagens de portugueses, não. É obrigatório para quem pede visto Schengen (mínimo de 30.000 € de despesas médicas) e em alguns países e cruzeiros. Mesmo quando não é obrigatório, é fortemente recomendado, sobretudo fora da Europa.
O que tem despesas médicas adequadas ao destino, sem franquia, repatriamento pelo custo real, pagamento direto ao hospital e assistência em português. Aos nossos clientes recomendamos a IATI Seguros, com 5% de desconto pelo nosso link.
Como referência, uma semana na Europa custa entre 20 € e 35 €, e uma semana fora da Europa com 1.000.000 € de despesas médicas entre 40 € e 75 €. O cancelamento é um extra.
Não. Só funciona na UE, Islândia, Liechtenstein, Noruega e Suíça, e não cobre repatriamento nem hospitais privados.
Às vezes, para viagens curtas na Europa. Confirme se a viagem tem de ser paga com o cartão, o valor das despesas médicas, se inclui repatriamento e se paga diretamente ao hospital.
Assim que reservar a viagem, sobretudo se quer a cobertura de cancelamento. Se for só despesas médicas, pode contratar até ao dia da partida.
Um seguro para fora da Europa com pelo menos 1.000.000 € de despesas médicas e evacuação médica. Recomendamos o IATI Standard ou o IATI Estrela, se quiser cancelamento.