Bijagós Selvagem: Viagem à Guiné-Bissau em Estado Puro, 12 Dias
Expedição

Bijagós Selvagem: Viagem à Guiné-Bissau em Estado Puro, 12 Dias

Expedição de 12 dias ao arquipélago dos Bijagós, Reserva da Biosfera da UNESCO na Guiné-Bissau: voos TAP, pensão completa, guia e todas as atividades.

12 dias / 11 noites 6–10 viajantes Bijagós
Bijagós: expedição de 12 dias à Guiné-Bissau em estado puro. Há mais de 20 anos a explorar paraísos verdes, partilhamos a sua paixão por descobrir o mundo natural da forma mais autêntica — e é esse espírito que trazemos a esta viagem ao Arquipélago dos Bijagós. Reserva da Biosfera classificada pela UNESCO, o arquipélago reúne cerca de oitenta ilhas onde a natureza selvagem, os mangais intactos e a cultura Bijagó vivem praticamente intocados pelo tempo. Uma viagem para quem procura um destino verdadeiramente autêntico em África, longe do turismo de massas.

O que vai viver nos Bijagós

A desova da tartaruga-verde à noite no Parque Natural de João Vieira e Poilão; os hipopótamos de água salgada na Lagoa de Anor, no Parque Natural de Orango; o papagaio-cinzento Timneh ao amanhecer; o mausoléu da rainha Okinka Pampa em Eticoga; uma dança tradicional na aldeia de Uno; e um dia com uma família local na ilha de Karache, incluindo a apanha de marisco na maré baixa ao lado das mulheres da aldeia.

Como funciona a viagem

Voo TAP de Lisboa para Bissau, com primeira noite em hotel na capital, e depois deslocações de barco entre as ilhas, já incluídas. O grupo é pequeno (6 a 10 pessoas) e tem sempre o acompanhamento de um guia da agência. O alojamento alterna entre hotel, pousada e tendas, em pensão completa sem bebidas.

Quanto custa uma viagem aos Bijagós

Desde 3.000 € por pessoa, com voos TAP (mala de 23 kg e taxas), guia da agência, pensão completa, todas as atividades e transferes. Ficam de fora o visto da Guiné-Bissau, a vacina da febre-amarela, o seguro de viagem e as bebidas. A melhor época é entre novembro e fevereiro, na estação seca.

Prepare a viagem

Estes guias ajudam: roteiro dia a dia, melhor época para ir, visto para a Guiné-Bissau e voos para Bissau.

Itinerário dia a dia

Partida de Lisboa em voo regular TAP com destino a Bissau, capital da Guiné-Bissau. À chegada, transfer para o hotel (5 estrelas) e primeiro contacto com a cidade: o Mercado de Artesanato, o Mercado Central e o movimentado Porto de Bissau, onde se sente já o pulsar da vida guineense antes de partir para o arquipélago.

Depois do pequeno-almoço, viagem até Quinhamel, pequena vila costeira com forte ligação à cultura Papel. Almoço em Kéré e tarde livre — ou, para quem preferir continuar a explorar, um passeio até Carache. Jantar e alojamento no local.

Visita à aldeia tradicional de Ossocone e à sua escola local (há a possibilidade de levar material escolar como donativo), seguida da aldeia de Posto e do respetivo centro de saúde comunitário. À tarde, entrada no Parque Natural de Orango até à Lagoa de Anor, habitat do hipopótamo-anfíbio (Hippopotamus amphibius) — a observação depende sempre do comportamento natural do animal, por se tratar de um parque selvagem e não de um santuário controlado.

Visita à aldeia tradicional de Ossocone e à sua escola local (há a possibilidade de levar material escolar como donativo), seguida da aldeia de Posto e do respetivo centro de saúde comunitário. À tarde, entrada no Parque Natural de Orango até à Lagoa de Anor, habitat do hipopótamo-anfíbio (Hippopotamus amphibius) — a observação depende sempre do comportamento natural do animal, por se tratar de um parque selvagem e não de um santuário controlado.

Partida para o Parque Natural de João Vieira e Poilão, atravessando os extensos mangais da ilha de Orango. À noite, durante a maré cheia, momento único de observação da desova e eclosão da tartaruga-verde (Chelonia mydas) — um dos fenómenos naturais mais emblemáticos do arquipélago.

Ao amanhecer, possibilidade de ainda avistar fêmeas adultas na praia à espera da maré para regressar ao mar. Depois do pequeno-almoço, partida para a Ilha de Meio, onde se passa o dia com piquenique incluído. Jantar e alojamento no icónico Chez Claude.

Madrugada dedicada à observação do papagaio-cinzento-do-gabão, subespécie Timneh — uma ave autóctone rara e um dos destaques ornitológicos da região. Após o almoço, regresso à ilha de Orango.

Manhã livre para descansar ou explorar ao próprio ritmo. À tarde, visita à aldeia de Eticoga e ao mausoléu da rainha Okinka Pampa, figura histórica da monarquia Bijagó. Todas as refeições incluídas.

Manhã na aldeia de Uno, com direito a assistir a uma dança tradicional Bijagó — uma das expressões culturais mais autênticas do arquipélago. Tarde livre.

Visita matinal à aldeia de Ampintcha, seguida de um dia vivido junto de uma família local, partilhando as suas atividades do quotidiano. Na maré baixa, participação na apanha tradicional de marisco ao lado das mulheres da aldeia — uma das vivências mais imersivas de todo o roteiro.

Transfer matinal para o aeroporto de Bissau e voo regular TAP de regresso a Lisboa, encerrando esta imersão de 11 dias no coração do Arquipélago dos Bijagós.

O que está incluído

  • Voos TAP com Franquia de bagagem 23 kg e taxas de aeroporto;
  • Acompanhamento de Guia da Agência;
  • Pensão Completa sem bebidas;
  • Todas as atividades incluídas;
  • Todos os transferes;
  • Alojamento em Hotel, Pousada e Tendas;

O que não está incluído

  • Bebidas (não incluídas no regime de Pensão Completa);
  • Visto de entrada na Guiné-Bissau;
  • Vacina da febre-amarela e outras despesas médicas relacionadas com a viagem;
  • Seguro de viagem;
  • Gorjetas e despesas de carácter pessoal;
  • Excursões e atividades não mencionadas no programa;
  • Tudo o que não estiver devidamente especificado como incluído no programa.

Galeria

Perguntas frequentes

Sim. E podemos ajudá-los. Os cidadãos portugueses precisam de visto de entrada para a Guiné-Bissau, que cobre também a visita ao Arquipélago dos Bijagós. O visto pode normalmente ser tratado antecipadamente junto das autoridades competentes ou, em alguns casos, à chegada — recomendamos sempre confirmar os requisitos atualizados antes da partida, já que podem mudar.

A vacina da febre-amarela é geralmente exigida para entrada no país. É também aconselhável consultar um centro de saúde de viajante com antecedência para recomendações adicionais, como malária e outras vacinas de rotina.

A melhor época situa-se entre novembro e fevereiro, quando a estação seca traz temperaturas mais amenas e menor humidade. A estação das chuvas decorre entre junho e outubro, com os meses de abril e maio a apresentarem o pico de calor e humidade antes das chuvas começarem.

O arquipélago dos Bijagós é considerado uma zona segura e tranquila, sem necessidade de precauções especiais para além do bom senso habitual em viagem. A situação pode ser diferente em Bissau, a capital, ponto de entrada e saída do país, onde recomendamos alguma prudência adicional, sobretudo em períodos de instabilidade política.

A viagem começa com um voo até Bissau, capital da Guiné-Bissau, geralmente com escala. De Bissau, a deslocação até às ilhas do arquipélago é feita de barco — a única forma de aceder aos Bijagós, já que não existem ligações aéreas regulares entre as ilhas.

As deslocações entre ilhas são feitas exclusivamente de barco. E já está incluída em nosso circuito. Dentro de cada ilha, as distâncias são curtas e percorrem-se a pé, o que reforça a sensação de imersão total na natureza e no ritmo de vida local.

O arquipélago dos Bijagós é classificado como Reserva da Biosfera pela UNESCO e reúne cerca de oitenta ilhas e ilhéus, das quais apenas uma parte é habitada. Mangais extensos, praias selvagens e florestas densas convivem com a cultura Bijagó, um dos povos com tradições mais preservadas da África Ocidental — uma combinação rara de natureza intocada e património cultural vivo.

A região é um refúgio importante para aves migratórias, tartarugas marinhas e diversas espécies de mamíferos marinhos, beneficiando da riqueza dos ecossistemas de mangal e da proteção oferecida pelos parques e reservas naturais do arquipélago.

Esta viagem de 12 dias / 11 noites tem um valor a partir de 3.000€ por pessoa, com um sinal de reserva de 1.500€. O preço inclui voos TAP, acompanhamento de guia da agência, pensão completa sem bebidas, todas as atividades e transferes, e alojamento em hotel, pousada e tendas ao longo do roteiro.

Termos e condições

  • Visto e Vacinação: É obrigatória a obtenção de visto de entrada na Guiné-Bissau e o comprovativo de vacinação contra a febre-amarela para todos os passageiros. Recomendamos confirmar os requisitos atualizados junto das autoridades competentes antes da partida.
  • Condições de Pagamento: Dado o caráter exclusivo e a disponibilidade limitada deste roteiro, é solicitado o sinal de reserva indicado nesta página, por pessoa, com o remanescente a liquidar antes da partida.
  • Gastos de Cancelamento: 50% de gastos após confirmação da reserva.
  • Grupo Reduzido: Esta viagem é organizada em pequeno grupo, com acompanhamento de guia da agência durante todo o roteiro.
  • Legenda de Regimes: PC (Pensão Completa).
desde
3000€
por pessoa
2ABIS-2026-COPY
Preço adulto
3000€
Suplemento individual
+0€
Reserva por
1500€

Datas de partida

desde · por pessoa
3000€