
Bijagós
Expedições ao arquipélago dos Bijagós, na Guiné-Bissau — Reserva da Biosfera da UNESCO, com tartarugas, mangais e aldeias Bijagó.
Oitenta e oito ilhas e ilhéus no Atlântico, a maior parte desabitados, onde a monarquia Bijagó ainda se rege pelas suas próprias leis. É um dos últimos lugares de África onde o turismo quase não chegou.
Viagens
Clima e estações
Melhor época para ir aos Bijagós
Duas estações bem marcadas: a seca e a das chuvas. As tartarugas têm o seu próprio calendário.
Nov · Dez · Jan · Fev · Mar · Abr · Mai
Época seca
24 °C – 32 °C
Céu limpo, mar calmo e acesso fácil às ilhas. A melhor época para a viagem.
🦛 hipopótamos · 🐦 aves · 🏝️ ilhas
Jun · Jul · Ago · Set · Out
Época das chuvas
25 °C – 30 °C
Chuvas fortes, sobretudo em julho e agosto, e mar mais agitado. É também quando começa a desova das tartarugas.
🐢 tartarugas
A desova das tartarugas-verdes em Poilão acontece sobretudo entre agosto e novembro.
Antes de partir
Informação prática para viajar para os Bijagós
Onde ficamos
Em Bissau ficamos num hotel; nas ilhas, em pousadas simples e acampamentos de tendas junto à natureza. Não há hotéis de luxo nos Bijagós, e é isso que os mantém selvagens.
Como nos deslocamos
Entre as ilhas viajamos de barco, com horários que dependem das marés. Em terra, a pé ou em viatura local.
Que condição física é preciso ter?
Basta uma condição física normal: há caminhadas fáceis, embarques e desembarques na praia e algumas noites em tenda.
Saúde e vacinas
Certificado de vacinação contra a febre-amarela obrigatório e prevenção da malária. Marque uma consulta do viajante cerca de um mês antes.
O Arquipélago dos Bijagós, na Guiné-Bissau, é um dos lugares mais selvagens e autênticos de África, a pouco mais de 4 horas de voo de Lisboa. São 88 ilhas e ilhéus de mangais, praias desertas e florestas sagradas, onde vivem hipopótamos que nadam no mar, milhares de tartarugas marinhas e o povo bijagó, com tradições próprias. Neste guia explicamos o que ver, como chegar, a melhor época, quanto custa e como é a nossa viagem de 12 dias aos Bijagós.
O que é o Arquipélago dos Bijagós
O Arquipélago dos Bijagós fica ao largo da costa da Guiné-Bissau, no Atlântico. Das 88 ilhas e ilhéus, só cerca de 20 são habitadas. É Reserva da Biosfera da UNESCO desde 1996 e, em 2025, os seus ecossistemas costeiros e marinhos foram inscritos na lista do Património Mundial. Não há grandes hotéis, nem estradas, nem multidões: viaja-se de barco, entre marés, com o ritmo das ilhas.
A nossa viagem aos Bijagós
A viagem Bijagós Selvagem: Guiné-Bissau em estado puro tem 12 dias e 11 noites e custa 3 000 € por pessoa, tudo incluído:
- voos TAP Lisboa – Bissau, com bagagem de 23 kg e taxas;
- acompanhamento de um guia da agência;
- pensão completa e todas as atividades;
- todos os transferes, de carro e de barco;
- alojamento em hotel, pousada e tendas.
O grupo é pequeno, de 6 a 10 pessoas, e não há suplemento individual. Veja o programa dia a dia no nosso roteiro de 12 dias nos Bijagós.
O que ver nos Bijagós
- Hipopótamos de Orango: no Parque Nacional de Orango vivem hipopótamos que se adaptaram à água salgada e nadam entre as ilhas. Observam-se na lagoa de Anor.
- Tartarugas de Poilão: o Parque Nacional Marinho de João Vieira e Poilão tem uma das maiores colónias de desova de tartaruga-verde do Atlântico. A desova vê-se à noite, na época certa.
- Ilhas de Caravela, Uno e Meio: praias desertas, florestas e aldeias tradicionais.
- Mausoléu da rainha Okinka Pampa: em Eticoga, na ilha de Orango, homenagem à última rainha dos bijagós.
- Papagaio-cinzento: a subespécie Timneh, ameaçada, observa-se na ilha de João Vieira.
- Bissau e Quinhamel: o mercado, o porto e o artesanato antes de partir para as ilhas.
O povo bijagó
Os bijagós mantêm uma cultura própria, com ilhas sagradas onde só se entra com autorização, cerimónias de iniciação e um papel forte das mulheres na vida da comunidade. Na nossa viagem passamos um dia com uma família local, assistimos a uma dança tradicional e visitamos aldeias, escolas e centros de saúde, sempre com respeito e com guias da região.
Melhor época para ir aos Bijagós
A época seca, de novembro a maio, é a melhor para ir aos Bijagós: céu limpo, mar calmo e acesso fácil às ilhas. A desova das tartarugas em Poilão acontece sobretudo entre agosto e novembro. De junho a outubro é a época das chuvas. Explicamos tudo no artigo melhor época para visitar os Bijagós.
Como chegar aos Bijagós e documentos
- Voo: de Lisboa para Bissau, com cerca de 4 horas de voo direto. Veja voos para Bissau.
- Barco: de Bissau para as ilhas viaja-se de barco, entre 2 e 5 horas conforme a ilha e a maré.
- Visto: os portugueses precisam de visto. Explicamos o processo em visto para a Guiné-Bissau.
- Saúde: é exigido o certificado de vacinação contra a febre-amarela e há risco de malária. Marque uma consulta do viajante.
- Fuso horário: a mesma hora de Portugal no inverno; menos 1 hora no verão.
- Moeda: o franco CFA (XOF), com câmbio fixo ao euro.
Quanto custa uma viagem aos Bijagós
Viajar sozinho para os Bijagós é caro e complicado: os barcos, os guias e as autorizações para entrar nos parques encarecem muito a viagem. A nossa viagem de 12 dias custa 3 000 € com voos, pensão completa e todas as atividades. Fazemos as contas no artigo quanto custa uma viagem aos Bijagós.
Perguntas frequentes sobre o Arquipélago dos Bijagós
Onde ficam os Bijagós?
Ao largo da Guiné-Bissau, na costa ocidental de África, a cerca de 4 horas de voo de Lisboa.
Quantas ilhas tem o Arquipélago dos Bijagós?
88 ilhas e ilhéus, das quais cerca de 20 são habitadas.
Os Bijagós são Património Mundial?
Sim. Além de Reserva da Biosfera desde 1996, os ecossistemas costeiros e marinhos do arquipélago foram inscritos como Património Mundial da UNESCO em 2025.
É seguro viajar para os Bijagós?
Sim, sobretudo numa viagem organizada, com guia e transporte de barco tratado. As ilhas são tranquilas e o povo é acolhedor.
Qual é a melhor altura para ir aos Bijagós?
De novembro a maio, na época seca. Para ver a desova das tartarugas, entre agosto e novembro.
É preciso visto para a Guiné-Bissau?
Sim, os portugueses precisam de visto, além do certificado da vacina da febre-amarela.
Reserve a sua viagem aos Bijagós
Os lugares são poucos. Veja o programa completo da viagem Bijagós Selvagem ou fale connosco pelo +351 937 045 579 ou info@vamosfugir.pt.